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Histórias de Campanha (1)

01/10/2011

Por Peregrino

Olá aventureiros, nos encontramos mais uma vez!

Como está a exploração do Kalabouço? Enquanto vocês descansam vou contar uma história para vocês…

CAMPANHA

 

No ano de 1400 muitos eventos eclodiaram nos reinos de Arton e diferente do que muitos pensam a política do Reinado não era tão estável quanto parecia.

Acompanhemos a saga de um grupo de aventureiros pelo continente artoniado perpassando por perigosas missões, intrigas palacianas e muitos outros desafios.

Aventreiros

Aramil Galanodel

Aramil Galanodel é um típico elfo dos dias atuais. Habitante da Vila Élfica em Valkaria.

Detentor de habilidades arcanas natas, decide iniciar uma vida de aventuras para se afastar de mediocridade em que vivia com seus irmãos elfos.

Koragar

Ainda criança Koragar foi enviado de seu reino natal, Yuden, em circunstâncias misteriosas, para a capital do Reinado a fim de ser ordenado numa das últimas antigas Fortalezas Ortodoxas de Keen.

A Igreja Ortodoxa de Keen ainda cultua este deus como sendo o reflexo de todos os aspectos da guerra, creditado a Keen como um deus neutro e justo, sendo a justiça pregada através da guerra. Os clérigos desta ordem têm um ódio especial pelos adoradores de Khalmyr, tratado por eles como um usurpador.

Ryouma Sakamoto

Nascido em Tamura, Ryouma foi teletransportado para Valkaria, graças a um poderoso feitiço do antigo imperador de Tamura, quando ocorreu o ataque da Tormenta.

Ryouma cresceu e se criou em meio a uma das mais ricas famílias de Ni-Tamura. Seu tio, atual Daymio de Ni-Tamura, se tornou em pouco tempo o Sumo-Sacerdote de Lin-wu, o Deus-Dragão, seu pai e seus dois irmãos mais velhos se juntaram às fileiras militares do Daymio, sendo seu pai um dos generais do pequeno exército de Ni-Tamura. Seguindo o exemplo de seus familiares e as tradições da família Ryouma se tornou um samurai para honrar as tradições de sua antiga terra.

 

O Fantasma no Castelo

 

ATO 1 – A Convocação

Logo após as festividades do ano novo em Valkaria ocorre, por ordem do Imperador-Rei e também para encerrar com especulações palacianas, uma convocação para que aventureiros investigarem sobre a lenda do fantasma do palácio imperial.

Os personagens, por diferentes motivos, são convocados a prestar um serviço para a coroa Deheonina.

Convocação da Coroa:
“Estão sendo selecionados cinco valorosos para atestar ao povo deheonino a inexistência das assombrações no palácio do Imperador-Rei”.
“COM RECOMPENSAS”

Aramil – ficou sabendo da missão através de anúncio real por um menestrel numa praça da cidade.
Koragar – foi convocado pela sua Igreja, ela deseja dessa forma estreitar relações com a coroa.
Ryouma – foi oferecido pela corte de Nitamu-ra, como demonstração das boas relações entre as duas cortes.

Com excessão de Ryouma, por causa da proximidade entre o seu Daimio e o Imperador-Rei, os demais pretendentes deveriam passar por uma seleção na sede do Protetorado do Reino.

A seleção foi conduzida pelo Barão Fidelis Monsenhor.

Nossos amigos passam por uma entrevista, mágica quase imperceptível, que os seleciona. Após dois dias saiu a resposta da seleção, e nossos herois são selecionados.

Comentários:

– A ideia dessa aventura foi retirada lá dos primeiros manuais de TORMENTA que diziam das polêmicas sobre a coroa deheonina.
– Os pergaminhos utilizados nas entrevistas eram mágicos, detectava mentiras e a tendência dos personagens. Se a tendência não fosse Boa ou Neutra o concorrente não seria convocado.
– Os outros dois “valorosos” devereiam ser mais personagens jogadores, porém um acabou faltando e o outro personagem não participou da investigação. Na verdade ele aprontou muita confusão no castelo (querendo promover festas, participar da vida da corte, pegando nobres e empregadas do castelo tudo isso para ganhar tempo e fazer um mapa do castelo e vender para o reino de Yuden!!!), curioso que ele se chamava Dante, na época eu não consegui lidar com essa abordagem que hoje eu acharia muito legal.

ATO 2 – As Investigações

As investigações começam, os personagens têm problemas em encontrar informações que pudessem esclarecer essa lenda. Informações contraditórias e a confusa conversa com a Rainha-mãe não ajudam em nada para progredir na investigação.

A situação estava complicada até que descobrindo uma passagem secreta no quarto da princesa, eles dão de cara com um traficante de Achbuld na saída da passagem. Interrogado ele entrega que o fantasma no castelo era na verdade Andrus, o aranha; ele não sabe onde ele se encontra, mas indica a taverna do Macaco Morto, onde se encontra um intermediário e lá se conseguiria informações sobre o seu esconderijo.

Na taverna, e depois de muita confusão, eles conseguem a informação desejada.

Comentários:

– Está parte foi tranquila até a confusão na taverna, mas no fim eles conseguiram a informação desejada.
– É digno de nota que as pistas que para mim eram claras de nada ajudaram os jogadores, só a última do traficante de drogas no castelo é que deu alguma luz para eles.

ATO 3 – O Esconderijo de Andrus

Entre os becos e vielas da capital eles encontram a esconderijo do Andrus. Depois de alguns combates e armadilhas os personagens veem do topo do esconderijo Andrus fugindo pelos telhados da cidade.

Comentários:

– Aqui não há nada de destaque.

becos em Valkaria

becos em Valkaria

EPÍLOGO:

Os aventureiros apresentam o relatório final ao Barão Fidelis. De posse dessas informações ele os leva até o Imperador-Rei Thormy, que lhes diz:

– Muito bem senhores. Agradeço a contribuição dos bravos aventureiros até agora e através da competência apresentada por vocês eu lhes faço uma proposta. Poucas pessoas sabem, mas minha filha está desaparecida e acreditamos que Andrus sabe onde ela se encontra. Achem minha filha, eu lhes peço.

Thormy convoca Luigi, o sortudo; para liderar a comitiva.

Comentários:

– A idéia da aventura era que fosse apenas um teste para ver se o grupo era bom para essa próxima missão.
– Um aspecto que me chamou a atenção foi que um dos jogadores não curtiu muito essa abordagem (deles logo encontrarem o Imperador-Rei). Passei a cuidar mais para não meter os personagens (que estavam em níveis baixos) com os grandes NPC’s do cenário.

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