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Dia de Tormenta (parte-4)

24/06/2012

Por Peregrino

AÊ GALERA! Dando continuidade ao relato vamos para a parte quatro (pelos deuses isso não termina nunca!)

Mas calma, estamos nos encaminhando para o fim e quando acabar eu deixo uma surpresa pro pessoal de fé.

Onde foi que estávamos mesmo…

OS  PROTAGONISTAS

Hert von Heidger

Hert von Heidger é um enigma. Ninguém sabe ao certo de onde veio, para onde vai, ou se este é mesmo seu nome verdadeiro. Sempre que indagado sobre seu passado, conta uma história diferente — sem confirmar ou negar nenhuma narrada anteriormente.

Bigorna

Alex Güntzel – Bigorna como ficou conhecido – é um legítimo paladino líder sagaz, valente, lutador, mas como representante de Rhond ele também herda muito das crenças de Keenn, agressivo, violento e mortal.

Aelius

Ainda que Tauron seja o patrono dos minotauros, nem eles escolhem adorar essa divindade. Muitos, sobretudo os bondosos, devotam-se ao sol dourado de Azgher.

Jamil Gamwich

O halfling mediano gosta de um bom livro no conforto de sua toca. Mas Jamil Gamwich — nome bem comum para sua raça — sempre teve tanta fome por livros quanto outros pequeninos têm por comida. Ainda criança, soube existir uma deusa para aqueles que amavam ler e aprender. Se escolheu tornar-se seu clérigo, ou se Tanna-Toh acolheu primeiro sua curiosidade intensa, nem ele sabe.

A AVENTURA

A CHEGADA NA ALDEIA

Cena 3: O grupo se desloca até a aldeia dos centauro e quanto chegam lá se deparam com uma cena dantesca. Uma carnificina perpetrada entre os centauros, alguns de seus algozes (lobos tocados pela Tormenta) ainda se encontravam no local. Depois da luta contra os monstros surge no alto da colina a centaura Odara demonstrando frieza frente a cena para depois a druida sumir entre as árvores da floresta.

Relato: Aqui mais uma cena bacana, a princípio era para a Hipólita disparar na frente do grupo e se encontrar em perigo contra os lobos, mas o paladino (cheio de seus gadgets) invoca sua montaria – um cavalo espectral – e a alcança se colocando em perigo no lugar da centaura.

Cercado pelos lobos e numa situação de grande desvantagem e após uma falha ao tentar fugir do cerco dos animais o paladino foi salvo pela intervenção do minotauro monge apelão que trucidou os lobos (basicamente os tirou para cuscos).

Cada personagem do grupo foi chegando numa rodada da luta contra os lobos, primeiro o paladino por causa da montaria, depois o minotauro, depois o mago e por último o coitadinho do hobbit chegou quanto a luta tinha terminado (mas o jogador ficou até feliz por causa disso).

Encerrada a luta os aventureiros ajudaram a jovem druida Hipólita a tentar salvar alguns centauros, seus esforços permitiram ainda salvar alguns poucos apesar da violência do massacre. O grupo decidiu sair logo atrás de Odara porque ainda era cedo e acreditavam conseguir seguir o rastro dela.

E assim eles partiram mata adentro…

NA FLORESTA

A floresta infectada.

Cena 4: Os herois vão ao encalço da druida Odara pela floresta e descobrem a interferência (quero dizer armadilhas, monstros tocados ou enlouquecidos pela Tormenta e coisas do gênero) que a Tormenta tem causado nela, também é nessa parte da aventura que o grupo descobre a verdadeira ameaça da aventura Sayekk, o portador da Tormenta.

Relato: Como em todo o grupo não havia um rastreador nato esta foi a parte que eles mais apanharam (nos dois sentidos por sinal).

Cortei os encontros com a Odara e entre os que restaram eles passaram foram a visão da Tormenta, onde o mago apareceu morto (essa cena teve um resultado bem legal, afetou a galera); depois o minotauro caiu no fosso faminto (ficou claro que o grupo não entendeu que era uma armadilha e eles a destruíram a pancadas, funcionou mas demorou um pouco o que fez o monge perder alguns pontos de vida a mais); mais adiante eles encontraram os bárbaros insanos – nessa parte dei uma adaptada e fiz os bárbaros pertencerem a uma seita muito louca liderada por um druida que também tinha sido corrompido pela Tormenta, esses bárbaros eram todos deformados pela Tormenta, entretanto as escondiam com toscas bandagens, o líder ofereceu aos grupo um banquete bizarro e alguns membros do grupo quase comeram mesmo assim, vai saber porquê? Mas no fim recusaram, contrariado o druida chamou o gigante bicéfalo para matá-los.

Foi uma luta legal, com um crítico o gigante deitou o monge com uma porrada só, no começo da luta, mas o mago fritou ele com um relâmpago bem dado e o paladino foi bem criativo na luta derrubando o gigante e jogando a mesa do banquete (que era enorme) por cima dele para imobilizá-lo, o que no final tornou o serviço mais fácil. O clérigo também trabalhou salvando a galera no meio da batalha de maneira rápida, primeiro evitou a morte do mago que ficou frente a frente com a gigante (com uma ideia de movimentação) depois curou bem curado o minotauro a tempo de voltar pra luta e ajudar a matar o monstro e ainda deu um apoio pro paladino.

Depois dessa luta o grupo percebeu que os bárbaros estavam voltando ao local do banquete, eles decidiram evitar o combate e fugiram do local. Na fuga, percebendo que estavam se aproximando do epicentro da Tormenta na floresta eles encontraram a fada. A interação com a fada funcionou muito bem, eles fizeram várias perguntas pra ela e aprenderam mais sobre contra quem eles estavam lutando (pra isso o paladino gastou várias de suas curas) e a partir das informações da fada eles finalmente conseguiram encontram o centro da névoa da Tormenta e também Odara.

O PRIMEIRO CHEFE

Como era: Odara Avenger.

Cena 5: Encontrando Odara em prantos lutando contra sua atual condição os personagens tiveram a oportunidade de interagir com ela antes que a porrada começasse a comer na entrada da caverna bizarra que levava até o Sayekk.

Relato: a paritr daqui eu comecei a achar que a aventura começou a ficar mais devagar, primeiro porque a gente já tava jogando a um tempão e depois porque tanto eu quanto o grupo não conseguiu interagir legal com estratégia de luta da Odara (basicamente ficar parada poguiando).

O paladino, basicamente um muro de ferro era difícil de levar dano, mas também não fazia muito estrago. O monge optou por uma alternativa mais criativa de encarar ela, mas como ele era o homem (ou melhor o minotauro) do dano, acabou não sendo a melhor opção. O mago com sua coleção quase infinita de relâmpagos e mísseis mágicos foi o mais efetivo e ao clérigo coube basicamente assistir a luta de camarote.

Apesar de tudo a pobrezinha da Odara não fez quase nada neles, porque o minotauro maluco se agarrou no braço machado dela a luta inteira permitindo que ela apenas escoiceasse ele com as patas da frente e o paladino evocando sua montaria novamente ficou marcando ela lado a lado impedindo que ela usasse as patas de trás.

No final a luta demorou e os personagens não passaram por nenhum risco, valeu apenas pelo fato que eles decidiram poupá-la (iniciativa do paladino) fazendo ela desmaiar no final.

Com mais esta parte chegamos ao penúltimo post sobre o Dia de Tormenta.

E como ficou: Odara Hell !

NÃO PERCAM O FIM DESTA AVENTURA ELETRIZANTE!

Algumas fotos do encontro…

O desafio está lançado! Quem vencerá?

Luta contra Odara. Reparem na disposição tática do grupo!

Foto oficial da primeira tentativa de jogar a aventura.

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2 comentários

  1. Muito legal o post.

    As fotos e as imagens ficaram muito boas.

    Meu mago das cartas pulverizou a Odara.

    Aliás, precisamos marcar a próxima sessão.


  2. Quando começar as férias vamos voltar a jogar. Valeu pelo comentário!



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