h1

Dia de Tormenta (parte – 5) FINAL

08/07/2012

Por Peregrino

Bem-vindos bravos exploradores deste Kalabouço para a última parte desta (quase) interminável aventura!

Como se sairão nossos herois neste última contenda!

OS  PROTAGONISTAS

Hert von Heidger

Hert von Heidger é um enigma. Ninguém sabe ao certo de onde veio, para onde vai, ou se este é mesmo seu nome verdadeiro. Sempre que indagado sobre seu passado, conta uma história diferente — sem confirmar ou negar nenhuma narrada anteriormente.

Bigorna

Alex Güntzel – Bigorna como ficou conhecido – é um legítimo paladino líder sagaz, valente, lutador, mas como representante de Rhond ele também herda muito das crenças de Keenn, agressivo, violento e mortal.

Aelius

Ainda que Tauron seja o patrono dos minotauros, nem eles escolhem adorar essa divindade. Muitos, sobretudo os bondosos, devotam-se ao sol dourado de Azgher.

Jamil Gamwich

O halfling mediano gosta de um bom livro no conforto de sua toca. Mas Jamil Gamwich — nome bem comum para sua raça — sempre teve tanta fome por livros quanto outros pequeninos têm por comida. Ainda criança, soube existir uma deusa para aqueles que amavam ler e aprender. Se escolheu tornar-se seu clérigo, ou se Tanna-Toh acolheu primeiro sua curiosidade intensa, nem ele sabe.

CAVERNA CONTRA OS MÚLTIPLOS CHEFÕES

Quantas vezes nós vamos enfrentar esse cara?!

Cena 6: O grupo invade a caverna de Sayekk, enfrenta alguns monstros e armadilhas terríveis além das múltiplas versões do chefão.

 

Relato: Depois de apagarem e imobilizarem a Odara o grupo avançou caverna adentro, como a galera tava muito bem de vida resolvi arriscar e colocar alguns monstro da Tormenta de verdade (os mais fraquinhos que apareciam nos livros), mas não deu certo eu botei um pra um e eles ainda foram pegos de surpresa no começo da luta. Como o grupo tava sendo massacrado tive que retirar os monstros e fiz o Sayekk tirar uma da cara deles, tipo: – Agora vocês firam o verdadeiro poder da Tormenta.

O clérigo deu um up na galera e eles seguiram, pra não deixar a caverna muito vazia (e como eu tinha lido umas declarações de outros mestres no fórum da Jambo que os jogadores não tinham curtinho a masmorra daquele jeito) eu coloquei mais uma armadilha que tinha na floresta, a lâmina atroz, que pegou de novo o minotauro. Desta vez a galera entendeu que era só uma armadilha a restante a evitou e eles seguiram adiante.

O primeiro Sayekk pobre coitado foi arrasado, nem deu pro cheiro; já o segundo o grupo ficou meio frustrado porque eles não conseguiam atingir a CD dele e ele teve que ser destruído por uma sequencia dos infinitos raios do mago. A partir da terceira versão do chefe o inimigo passou a ser outro,os testes contra a Tormenta, como eu fazia demorar um encontro do outro lá pelo meio dos teste (quando começaram a ganhar os benefícios) o grupo sacou a ideia, o mago adorou e o paladino também se interessou, já o minotauro e especialmente o clérigo tentavam lutar contra aquela influência nefasta.

O grupo passou fácil pelo Sayekk névoa (graças ao mago de novo) e chegaram no último chefe numa situação limite. O clérigo estava sem pontos de fé, o paladino estava bem de vida mas quase tomado pela Tormenta (quando ele começou a perceber o que poderia acontecer ele se assustou), mago tinha só mais um míssil mágico e tava adorando a Tormenta (nem fazia mais testes contra ela) e o mino era o que tinha menos PV’s.

Uma das muitas versões!

Quando chegaram no Sayekk caverna teve discursinho e tal e… quando foi para a ação o mago foi tomado pela Tormenta – mas ele não enfrentou os ex-companheiros naquele momento – ele deixou dos aventureiros nas mãos (ou melhor nas paredes) do Sayekk caverna, se atirou na imundice da Tormenta e desapareceu.

Esta última luta foi a melhor das quatro – rápida e emocionante – eu coloquei tipo um mamilo no meio da caverna, de onde expelia a Tormenta, o grupo focou aquele alvo e não parou mais de espancar aquele local (que procurar ponto fraco na caverna que nada!) enquanto isso a caverna Sayekk contra-atacava com seu ataque mais básico, fazendo o restante do grupo perdes seus PV’s restantes vertiginosamente, no final quando eles destruíram aquela teta a caverna começou a desmoronar e abriu-se uma saída, o desmoronamento ainda pegou o hobbit que foi salvo na finaleira pelo minotauro de novo e finalmente eles conseguiram fugir daquele pesadelo.

EPÍLOGO

O epílogo não era uma cena preparada, então deixei pra que eles dessem sugestões de como ficou o final da história. O jogador do paladino sugeriu que as transformações causadas pela Tormenta não fossem perdida, como se fossem cicatrizes de guerra, nessa ideia a Odara perdeu todas as suas “partes” Tormenta e não pode se regenerar (é pessoal ela acabou perdendo um braço na parada).

Como o clérigo tinha lutado muito contra a influência da Tormenta e como ele era o que tinha sofrido menos deformações permiti que ele ficasse praticamente curado, mas só depois de muito tempo de transcorrida a aventura. O monge ainda guardou algumas deformações e o palada que no começo tava gostando dos benefícios, mas depois se arrependeu, ficou todo deformado a tal ponto que seu corpo passou a estar fundido com a armadura impedindo que ele a retirasse pelo resto da vida.

Odara voltou para sua aldeia onde viveu traumatizada por estes eventos pelo resto da vida e os demais seguiram suas vidas.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

by Jéssica Couto

De maneira geral gostei da aventura, com o grupo animado e querendo interagir com a proposta conseguimos fazer várias coisas legais. As alterações que eu promovi, especialmente no começo, deram espaço pro paladino poder se expressar e ao longo da aventura todos tiveram seu espaço para protagonismo.

Jogamos entre quatro PJ’s e eu acho que essa era a medida certa pra aventura, mais que isso ia ficar fácil, na minha opinião.

O pior ponto da aventura foi o chefe final, ele tinha uma história legal e até um visual legal, mas como tu tinha que enfrentar ele várias vezes acabou tornando o acumulado de lutas um pouco chato.

Tá certo que eu tive dificuldades de entender a mecânica de todos os quatro chefes, mas pensando agora eu teria feito eles enfrentarem três do quatro. Além do que, ele era o último chefe, o jogo tinha quase sete horas de duração, o pessoal estava cansado e tinha que ficar enfrentando o magrão de novo, de novo e de novo.

Outra forma legal de solucionar isso era deixar o grupo ir destruindo cada uma das formas ao longo da aventura, eu imagino que quando estivese na luta final a galera ia ta com um ódio daquele Sayekk que encheu o saco deles o jogo todo.

Outro ponto legal foram os meus jogadores, o pessoal chegou bem disposto pra jogar, respeitou a proposta da aventura, tentou jogar ela o que proporcionou para mim muito divertimento – não precisa fazer tudo que o mestra pensa, mas se conseguir avançar na ideia principal sem forçar a barra pro mestre e pra eles mesmo já é um ganho tremendo!

Por fim, é a primeira aventura de TRPG que conseguir terminar e aprendi várias coisas legais (como um mestre ainda novato). A mais importante foi não fazer muitas adaptações as regras, tentei segui-la na medida que eu sabia e foi a melhor decisão que tive. Na primeira vez que tentei mestrar essa aventura estava usando umas regras da casa e… véio! Eu tinha um baita trabalhão adaptando meio mundo de coisas pra poder jogar.

Desta vez não, se precisava de um monstro abria o livro dos monstros, pegava um sortido qualquer e botava na mesa. Bah! Mil vezes mais prático. Isso deu mais agilidade ao jogo, especialmente ao combate.

Bom esse foi o longo dia das bruxas… digo, Dia da Tormenta na minha casa e com o meu grupo de amigos.

 

Mais algumas fotos e a minha surpresa pra galera de fé que leu o relato até o final!

Encarando a luta final!

Pessoal interagindo.

Os jogadores nas mãos do mestre!

Jogadores exaustos ao final da sessão.

E o bônus pra galera!

Miniaturas (Dia de Tormenta)

Padrão Hero Quest é só imprimir.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: