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Arton da minha mesa – Igreja de Tauron

08/09/2013

Peregrino

tauron

Cosmogonia Taurica

(Parte 1)

No começo era apenas a chama primordial.

Depois veio Cnossos, o infindável palácio.

De lá surgiram todas as raças, que buscaram pela chama.

Cada uma a seu modo.

Os múltiplos humanos, os subterrâneos anões, os longevos elfos e outras mais.

Mas entre todas as raças apenas uma provou ser a mais forte.

O solitário Tauron foi o primeiro.

E ele fez da chama primordial a sua coroa.

Com as demais raças ele partilhou sua força e dessa união nasceram os minotauros.

(Parte 2)

Do seus braços nasceu o poder.

De suas mãos surgiu o machado, e com ele veio a guerra.

E nada mais de divino existe, a não ser Tauron e seus filhos.

(Parte 3)

Apenas aquele que é abençoado pela força de Tauron,

pode tocar na pira que contém a fagulha da chama primordial.

Se as chamas não o rejeitarem,

então ele governará entre os minotauros.

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Tauron

Tauron é a divindade oficial de Tapista e do Império de Tauron, tal qual outros reinos que possuem uma religião oficial. Todas as cerimônias religiosas, além de conselheiros, representantes militares, da justiça e de várias outras funções do Estado a Igreja de Tauron está presente.

Organização

Devido a uma cultura labiríntica por parte dos minotauros todas as suas organizações (civil, militar e clerical) são de difícil entendimento para as demais raças que habitam Arton.

No caso da Igreja de Tauron elas são como grandes clãs com pequenas hierarquias. Há o chefe da Igreja e dois subalternos diretos e depois os demais membros, qualquer um destes cargos deve ser conquistado – obviamente – através da força, para desafiar seus superiores o clérigo deve adquirir antes um renome entre seus pares para fazer o desafio, se derrotado vai para o fim da fila (digamos assim) e tem que reconquistar tudo novamente.

Ordens e Armadas

Devido à baixa quantidade de minotauros (se comparados aos humanos) todos estão ligados ao exército de seu reino de algum modo – na ativa ou na reserva. Portanto todas as forças da Igreja de Tauron estão diretamente ligadas ao poderio militar de sua nação.

Isso faz com que, não seja comum ordens e armadas específicas ou independentes. O principal destaque nesses casos são ordens que fogem muito ao padrão típico das demais igrejas de Tauron, como por exemplo, as ordens monásticas.

Existem ordens monásticas independentes, mas o mais comum (dentro da lógica labiríntica dos minotauros) e que elas estejam misturadas dentro das próprias igrejas, mesmo que não se envolvam em suas questões organizacionais.

É importante também destacar que muitos clérigos louvam sua divindade participando de grupos de aventureiros mostrando a força de sua divindade aos seus companheiros e adversários.

Clérigos

Dentro de Tapista é comum o uso túnicas brancas que os destacam na multidão, todavia quando estão com o exército ou um grupo de aventureiros usam armaduras comuns a sua cultura como cota de talas ou loriga segmentada e suas armas geralmente são grandes e não exigem grande sofisticação como grandes machados, martelos ou espadas tauricas.

Paladinos

Não há paladinos na religião de Tauron, a necessidade de um campeão enfraqueceria a posição dos clérigos da religião.

Os clérigos são os maiores campeões que Tauron poderia desejar.

Templos

Arquitetonicamente as igrejas são grandes labirintos onde abrigam uma verdadeira confusão.

Ao longo de seus vários corredores e salas pode-se ver salas de culto, dormitórios clericais, áreas de refeitório, lavabos, dispensas, reserva de armas e outras salas que abrigam tudo que envolve a igreja dispostos de uma maneira que um humano não conseguiria entender.

Do lado de fora os templos se apresentam impositivos e belos, normalmente construídos pelos muitos escravos pertencentes à igreja (e que vivem dentro dele também).

A fé taurica se baseia unicamente na força. O dogma principal desta religião é: o forte deve dominar o fraco e também protegê-lo.

Nessa fé tudo se resolve através da força. Pode ser disputas até a morte, mas não se limita a resultados tão extremos, uma queda de braço ou outras disputas de força também são válidas: arremesso de martelo, arremesso de tronco, corridas de arrastar âncoras e quaisquer outras disputas físicas deste tipo são válidas.

Em contra-partida, a astúcia e a enganação não são bem vistas por esta igreja, talvez por suas crenças abrutalhadas os minotauros não percebam algumas sutilezas que esses jogos mentais exigem, mas uma vez que essa barreira é transposta a morte é o destino certo para o outro indivíduo.

A igreja não se limita a aceitar exclusivamente os seus fiéis minotauros, todos aqueles que abraçam a força do grande Tauron também são abraçados por ele.

Finanças

Devido à forte ligação que a Igreja possui com o governo dos minotauros falta de verbas não é problemas para eles, outro elemento importante para a economia das igrejas de Tauron é a concentração de escravos que elas possuem (ainda mais agora com as últimas conquistas militares), os escravos provém praticamente tudo que os minotauros precisam e sem custos, o que permite uma grande economia aos cofres das igrejas.

Um minotauro incomoda muita gente! Dois minotauros ...

Um minotauro incomoda muita gente! Dois minotauros …


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